domingo, 20 de maio de 2012

capitulo 4 - ' O primeiro olhar '




Cathe : Meninos vamos para a mesa! – gritava a nossa mãe, fazendo-nos parar o nosso jogo do UNO, hoje a Eleonor jantava cá em casa pois os pais dela trabalhavam até tarde, e em principio também dormia cá, para minha alegria e da minha irmã, ah já para não dizer que também a Eleonor metia alegria pois passaria uma noite com o meu irmão, depois de jantar-mos fomos ao bar da praia como fazíamos todas as noites, mandamos mensagem ao Harry e ao Niall, ao qual eles responderam que iam.

Tom : Não cheguem tarde, amanhã já é dia de escola.

Saimos de casa eu e a minha irmã estávamos assim : http://www.polyvore.com/cgi/set?id=47710089 a Eleonor assim : http://www.polyvore.com/el/set?id=47710744 e o meu irmão ia com uns calções vermelhos até aos joelhos e uma camisola branca com riscas azuis, sim esse é o lock do meu irmão, e tenho a dizer que a Eleonor tem bom gosto de não fosse meu irmão, bem.

(Diana)

O Lou levou a carrinha para quando viermos para casa não viros pela noite, pelo que a minha mãe dizia. Quando lá chegamos, eu fiquei cá fora a falar ao telemóvel com uma colega de turma que me estava a perguntar quais eram os trabalhos de casa para amnha, mas eu não sabia. Quando estava prestes a ir ter com os outros lá dentro, vejo a namorada do Niall se não me engano a Carol, aos beijos com um rapaz moreno, alto, bastante bonito até, aliás era o rapaz que veio contra mim hoje de manhã na praia, sai logo dali para ela não me ver, afinal tudo o que eu tinha pensado dela era verdade, e também será verdade que não vai com a minha cara Quando voltei para dentro estavam todos sentados, o Niall e o Harry também, aquele Harry era mesmo de faltar o ar, aquele sorriso , aqueles olhos verdes, e para não falar naqueles caracóis, fiquei ali na entrada do bar parva a olhar para ele quando de repente levo um encontram.

Diana : Au, veja lá por onde anda ! – disse irritada, não goste que venham contra mim, muito menos raparigas pindéricas, sim era a Carol.
Carol : Vê lá tu onde ficas parada, achas isto um lugar apropriado para estar parada ? –disse com a voz irritante dela.
Diana : Se tivesses olhos na cara e olhasses para a frente, mas desculpa essa água ai dentro dessa cabeça faz com que não vejas, nada, desculpa. – o facto de ela ter olhos azuis ainda ajudava mais ao meu gozo.
Carol : Estás-te a habilitar miúda.
Diana : A mim não me chamas miúda oh arvore de natal andante. – já me estava a passar literalmente, já todo o bar estava a olhar para nós, sim porque aquela voz faz soar no outro lado do mundo.
Carol : Deixa-me em pás e vai ter com a tua cópia mal feita.

Era agora que tinha passado dos limites, sem pensar nas concequencias deixei a mala cair no chão, e dei-lhe um estalo, ela sem esitar, começou a puxar-me os cabelos, e também começou aos gritos, já não suportava aquilo, acho que daquele momento ia sair mais surda do que magoada.

Niall : Parem já ! – tentou meter ordem naquilo, mas não ia ser uma voz que me ia impedir de dar uma lição á quela coisa.
Sinto umas mãos a agarrar-me por trás, pensei que fosse o meu irmão, mas quando dei conta era o Harry pelo que percebi o Lou tinha ido á casa de banho.

Harry : Estás bem ? – disse preocupado ainda agarrado em mim.
Diana : Sim, podes-me largar, obrigada.
Irina : Que te deu ?
Diana : Nunca fui com aquela rapariga, nem por nada, mas contigo falo depois.
Harry : Vem comigo ali á casinha dos nadadores, tens um arranhão na cara, temos de desenfetar isso, se não o veneno ainda passa para ti. – o que o Harry disse-me fez me a mim e a elas rir, eramos as únicas que ali estávamos, o Niall tinha saído dali com a sua querida.
Eleonor : vai lá tratar disso, está a ficar feio.

O Harry levou-me até á tal casinha, levei o caminho todo a refilar e ele a rir-se das minhas patetices . Quando lá chegamos ele dirigiu-se a um armário e tirou um pouco de algodão e de seguida o álcool.

Diana : Isso vai arder  e não é pouco.
Harry : Sim vai, mas o que arde cura, vá chega-te aqui.

Comecei a andar em volta do banco que estava no meio da pequena casinha

Harry : Anda cá tonta, não fujas.
Diana : Não quero. – por fim ele agarrou-me e sentou-me no banco no qual se sentou a meu lado.
Harry : Não sabia que eras medricas ! – Disse sorrindo.
Diana : E não sou, não gosto é dessas coisas.

Ele ia com a mão em direcçaão a minha cara com o algodão já mergulhado em álcool, limitei-me a agarrar-lhe no braço, ele baixou a cabeça e sorriu, levantando-a de seguida e fitando aqueles olhos verdes nos meus. Senti o sangue apoderar-se das minhas bochechas como já não acontecia á muito tempo, as borboletas faziam-se sentir na barriga .

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